Há centenas de vocês que você não conhece.
Para abordarmos esse assunto relacionado a saúde mental, eu o questiono...como exatamente as pessoas te percebem?
Seus pais, seus amigos, até mesmo seu cachorro... para cada ser integrado a sua vida ''você'' é sinônimo de substância, de essência. Na pauta de hoje iremos abordar sobre a maneira que somos percebidos e o quão performático nós realmente somos.
Texto autoral: Bonnie Dantas Campion
Para toda ação, há uma reação.
Um conceito simples metafórico, mas apelativo, que no contexto da psicologia descreve a resposta comportamental perante um estado momentâneo, consequência reativa, provocação impulsiva, ou instabilidade que provém de uma desventura ou interesse.
Uma reação comportamental descreve hábitos fundamentados em personalidade, uma palavra que apenas define o conjunto de experiências durante toda uma vida que contribui para a formação de um indivíduo. Uma atribuição e concepção de maneirismos que descreve um ser pelo o que ele é. Complexo, um conceito, uma experiência, uma perspectiva, ideais e moralidades nascem através da convivência em um ambiente estrutural na qual denominamos de sociedade...é disruptivo e abrupto, diria até mesmo nocivo e tendencioso a ser pejorativo com o objetivo de rotular individualidades para integrar esses indivíduos a definidas bolhas sociais padronizadas e mais compreensivas. Somente para serem absolvidas e integradas, esse medo visceral gera um ciclo de cobrança, tanto auto infligida quanto generalizada, denominamos esses sensos comuns tanto de "ética" quanto de maturidade. Quase como, um vício, um primeiro instinto recessivo e involuntário de implicar parâmetros no imensurável, no imprevisível e inrrotulável... compreender o que não compreendemos...
" para sobreviver é necessário estar de acordo com a norma"
"Validação se merece, não se luta".
Meros dogmas que se traduzem em fenômenos sociais ou mazelas que se originaram por via desses preconceitos ou banalizações do real.
"Aqueles que dançam são considerados loucos por aqueles cujo não podem escutar a música"
Aquela música que tanto o motiva, sua razão de viver vira blasfêmia perante outros olhos, esses papéis disruptivos e descartáveis se tornam normas fundamentadas ao nada.
Debates se tornam disputas de ego... "o que é certo ou errado? Imoral e antiético?" ou "o que é banal? O que é prioridade? O que é essencial ou mero desejo?" para no final, ser apenas o apelo opinativo de um desesperado. Um estado onde crença se torna justificativa para a opressão, uma dádiva divina... uma concepção supérfula baseada em suborno e ameaça, e assim como a mais pura forma de palpar a ignorância como o placebo que permite essas ilusões explicarem a vida, lhe dar propósito e forjar sua perspectiva linear... tornando o desconhecido o problema a ser combatido.
E então? o quanto as pessoas realmente o conhecem? e até onde é meramente só o que você permite elas verem?
Post muito interessante e reflexivo, parabéns!
ResponderExcluirUm tema complexo mas muito interessante, parabéns!
ResponderExcluirParabéns pelo post, assunto bem importante.
ResponderExcluirpost muito interessante!
ResponderExcluirtexto bem reflexivo, parabéns!!
ResponderExcluirMuito legal e de extrema importância
ResponderExcluirMuito legal, parabéns
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